Fazer América
PublishNews
15/12/2006
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Fazer América Peter van Pels foi companheiro de esconderijo de Anne Frank em Amsterdã e morreu um pouco antes da data de sua liberação. Mas e se ele tivesse sobrevivido? A imaginação de Ellen Feldman cria uma história emocionante e dá novos contornos à alma de um menino que sonhava ser feliz atravessando o Atlântico - em 16 de fevereiro de 1944, Anne menciona em seu diário que o amigo planejava ser feliz mudando-se para os Estados Unidos. Em O menino que amava Anne Frank (Record, 288 pp., R$ 39,90, trad. Luiz Antonio Aguiar), Peter emigra para os EUA e, exatamente como prometeu a Anne que faria, nega completamente seu envolvimento com o Holocausto e sua identidade judaica. Sua nova vida parece perfeita: ele se sente feliz e seguro ao lado da mulher, tem filhos adoráveis e um bom emprego. Mas quando sua esposa começa a ler o recém-publicado O diário de Anne Frank, que se transforma em um bestseller e é adaptado para o cinema e para o teatro, Peter não consegue evitar os sentimentos de culpa e fúria que estão à espreita desde sua ruptura traumática com seu passado no Holocausto.
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